Belmonte (Praia do Flamengo) – Mais um bar, sem o clima de patrimônio cultural
Do Lamas, o grupo partiu caminhando para o famoso Belmonte da Praia do Flamengo. O boteco, conhecido pelas empadinhas que circulam nas bandejas dos garçons, foi inaugurado em 1952, adquirido e renovado em 2002 pelo ex-garçom cearense, Antônio Rodrigues, e hoje se tornou uma rede de bares bastante conhecida e frequentada por cariocas e turistas.
Conseguimos uma mesa do lado de fora (dentro não caberia um
grupo daquele tamanho) e bebemos chopes bem tirados. A pessoa que se apresentou
como gerente da casa e o garçom que nos atendeu, não demonstraram grande interesse
por histórias ou questões culturais quando indagados pelo grupo.
As empadas abertas ou fechadas, oferecidas em bandejas pelos
garçons, são uma boa ferramenta para o estabelecimento engordar as contas, pois
não são baratas e ninguém pergunta o preço. E é óbvio que caímos nessa! Mas
sendo justos, as empadas são ótimas, se valem o preço cobrado é outro papo!
Banheiros limpos e climatizados, porém com acesso por
escadas (ficam no subsolo), não sendo plenamente acessíveis ao público.
Para quem se interessa por história e tradição, não é um dos
mais indicados.
De qualquer maneira, não se pode negar o valor do Belmonte,
que passou a ser uma rede consolidada, com outras filiais, e já adquiriu outros
bares históricos do Rio de Janeiro como o Nova Capela na Lapa, o Amarelinho
da Cinelândia e pretende reabrir o Bar Luiz.
Na foto, tivemos a companhia de dois frequentadores, que
ocupavam a mesa logo abaixo da placa de patrimônio cultural.
Presentes:
Antonio Velho
João Paulo
Jane e Luciano
Nat e Mosquito
Fatima Mafra e Lucena
Sra. Églia, Aline, Diogo e Hugo Madeira
Elaine e Mário
Júlia Nômade

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