Bar do Bode Cheiroso - primeira visita do grupo

Iniciando a jornada: bar do bode cheiroso, Rua General Canabarro, 218, no bairro do Maracanã.



Boteco das antigas, com direito aos clássicos azulejos azuis e brancos nas paredes. Atingiu uma fama que claramente não é compatível com seu espaço físico. Limitado entre a Padaria Alvorada e o Arcádia Lar de Idosos (onde o Mosquito pretende morar na velhice, justamente pela localização privilegiada ao lado do bar), acabou tendo que expandir suas mesas para fora de seus limites, utilizando a calçada do outro lado da rua General Canabarro.

Ocupamos 5 mesas (estilo bistrô) do outro lado da rua, e fomos muito bem atendidos pelo garçom chamado Ângelo. As mesas não estavam em sua melhor condição de uso, pois algumas estavam bambas, o que não chegou a comprometer o todo, mas é um ponto que merece atenção. Já que falamos em ponto de atenção, um melhor capricho nos banheiros também seria bem-vindo!

Além das conhecidíssimas “barras de cereais” (torresmo em barra), petiscamos pastéis de bacalhau, de pernil com provolone e de mortadela frita com catupiri, todos muito bons. Como "pratos principais" fomos nos chamados “trás os montes”, um de carne de boi e outro de carne de frango, ambos excelentes.

Descobrimos uma falha no nosso planejamento: não fizemos um bom dever de casa antes da visita e só descobrimos que a sardinha frita e o pernil assado são clássicos locais, no momento em que fomos registrar a visita com uma foto na placa de patrimônio cultural. Não os experimentamos, pois além de já estarmos de barriga cheia, o bar estava perto de fechar. Esses petiscos ficarão para uma próxima oportunidade.

Por falar em foto na placa, um ponto a se observar é a localização da mesma. Ela fica na parede externa e havia uma mesa exatamente abaixo dela, ocupada por um casal que esteve presente durante toda nossa estadia por lá, assim foi necessário contar com a gentileza dos mesmos para que pudéssemos fotografar a placa. Cabe ressaltar que a placa está afixada em local visível, apenas mencionamos essa questão pois para nosso projeto é importante o registro fotográfico junto à mesma, e caso não tivéssemos contado com a gentileza do casal, poderia ser um fator dificultador. Fica o aviso para quem for lá e tiver objetivo de fazer a mesma foto.

O Gerente da casa (que cometemos a falha de não perguntar o nome, ou perguntamos e a amnésia alcoólica nos fez esquecer) foi muito simpático e ficou entusiasmado quando soube do nosso projeto, conversou bastante e até tirou foto conosco.

Enfim, vale muito a visita!


Nota: como o bar fechou às 22h30min, precisamos ir tomar a saideira no Bar dos Chico’s, na mesma rua, esquina com Rua Luis Gama. Poucos dias depois ficamos sabendo que era não só nossa saideira, mas a saideira do próprio Bar dos Chico’s, que fora vendido e fechou para reforma.



Presentes (por ordem de chegada):

Lucena e Fátima Mafra

Diogo, Aline e Hugo Madeira

Mosquito e Nat

Luciano e Jane

Julia Nômade

Comentários